Em estudo pelo Ministério da Saúde desde o final de junho, a distribuição de canetas emagrecedoras pelo Sistema Único de Saúde virou promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na quinta-feira, Lula citou o fornecimento do medicamento para pessoas obesas que tenham dificuldade de emagrecer.
A pasta prevê a distribuição para casos de obesidade de grau 3, considerada a mais grave, ou associada a outras morbidades, como comprometimento cardíaco e diabetes. Nesta condição, também há indicação para cirurgia bariátrica.
Desde o ano passado, o Ministério da Saúde vem atuando junto à Anvisa no processo de quebra de patentes para a ampliação de ofertas de canetas no mercado nacional, o que tem baixado o valor do produto no Brasil.



